segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Torneio Inter-turmas de Futsal



Realizou-se no passado dia 20 de Novembro, entre as 14:55h e as 18:25h, o torneio inter-turmas de Futsal, direccionado para os alunos do 3º ciclo. A participação dos educandos foi em massa, tendo jogado 54 alunos ao longo de todo o torneio. Inscreveram-se nove equipas repartidas por 3 séries, que jogaram entre si.
As equipas podiam ser mistas e isso possibilitou que duas meninas também mostrassem os seus dotes técnicos.
No final, a equipa vencedora do torneio foi os "Machos Latinos". De referir ainda que o entusiasmo dos alunos foi elevado e os seus comentários finais eram: " Quando podemos fazer mais?", ou seja é uma actividade a repetir.





Escrito por Equipa do Jornal Escolar  

Sexta, 27 Novembro 2009 17:56

ALV - Cursos de Formação Contínua de Professores - 2ª fase de cand idaturas

Ex.mo(a) Sr(a).,

As propostas de acções de formação contínua de professores para o 1º semestre, submetidas à apreciação do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (Ministério da Educação), foram todas acreditadas.

Trata-se de um conjunto de 20 acções, programadas para este 1º semestre lectivo, dirigidas a docentes do Ensino Básico e Secundário pertencentes aos mais diversificados Grupos Disciplinares.

As acções de F.C.P. acreditadas enquadram-se nos seguintes Programas de Formação em Aprendizagem ao Longo da Vida:

-  <
http://www.univ-ab.pt/ualv/detailcursos.php?id=5>

 Programa de Formação sobre Novos Programas de Português
-  <
http://www.univ-ab.pt/ualv/detailcursos.php?id=7>

 Programa de Formação na Área de Antropologia e Tecnologia Digital
-  <
http://www.univ-ab.pt/ualv/detailcursos.php?id=9>

 Programa de Formação em Tecnologias de Informação e Comunicação
 Programa de Formação em Física e Electrónica
-  <
http://www.univ-ab.pt/ualv/detailcursos.php?id=11>

 Programa de Formação em Matemática
-  <
http://www.univ-ab.pt/ualv/detailcursos.php?id=12>

 Programa de Formação em Ciências Aplicadas, Ambiente e Sociedade

O período de candidaturas para estas acções decorre entre 23 de Novembro e 11 de Dezembro.

As candidaturas serão feitas online através do espaço «Aprendizagem ao Longo da Vida»; o custo de cada acção pode ser obtido através da consulta do Preçário ALV, conforme informação disponível no site ALV.

Após a recepção das candidaturas e respectivo tratamento pela UALV, existindo número mínimo para funcionamento (20 formandos), prevê-se que as actividades de formação tenham início na semana de 18 a 22 de Janeiro
(incluindo a frequência do Módulo de Ambientação Online previamente integrado em cada uma das acções a realizar).

Qualquer informação suplementar pode ser sempre obtida junto da UALV.
(213916447; 213916450; 213916451).

Com os meus melhores cumprimentos,
Ana Melro
(Coordenadora do Centro Local de Aprendizagem de Peso da Régua)

Pavilhão Multiusos Municipal António Saraiva - Godim
(antigo Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Peso da Régua)
5050-242 Peso da Régua
Telf. e fax: 254 312 455
Tlm.: 915 676 350


Actividade no dia 27 de Novembro - Auditório da Escola Sede




Na passada sexta-feira, dia 27 de Novembro, pelas 21h, realizou-se o I Encontro da Educação do Século XXI, organizada pela Associação de Pais deste Agrupamento, com a visualização de um filme intitulado: "A TURMA" de Laurent Cantet.
Após a visualização do referido filme procedeu-se a um debate/partilha de pontos de vista sobre o mesmo e as temáticas que o percorrem. A participação do público presente foi muito positiva sendo coordenado este debate pela Prof.ª Manuela Tender, elemento efectivo da Associação de Pais.
Para terminar o Director, Prof. Fernando Dias, pronunciou umas palavras de boas-vindas aos presentes bem como se congratulou por esta iniciativa da Associação de Pais, agradecendo também o apoio incondicional que tem para com o Agrupamento.
Na esperança de uma formação e educação para os nossos filhos, os Pais/Encarregados de Educação procuraram  desempenhar a sua missão e levar a bom termo o seu papel na educação dos seus educandos.
A Associação de Pais agradece a sua presença e um bem-hajam pela vossa participação!

domingo, 29 de novembro de 2009

Formação de Professores: como lidar com a Indisciplina




Exercícios para controlar os nervos face à indisciplina numa sala de aula



Imagine que não é aquela turma que tem ali... 






Descontraia. Faça assim para aliviar sua dor no pescoço e no ombro.
 





Wa..wa.. aaa! - grite assim (talvez eles se calem)






Mexa-se para direita e depois para a esquerda antes de começar a fazer a chamada
 






Não tente ensinar. Mexa-se antes para a esquerda  e depois para a direita, depois de fazer a chamada. 





Como se fosse um dos alunos mais perturbados, faça este exercício. Não tente os 360° (deixe isso para a turma). Faça apenas os 180°. Baixe-se o suficiente para deixar de os ver. Repita o número de vezes suficientes até deixar, também,  de os ouvir.
 






Se continuar nervoso, pegue em qualquer coisa e bata na cabeça com força. E, se necessário,  bata novamente com mais força! Nesta altura desista definitivamente de dar a aula.
 




Depois disso, mexa os pés e balance o corpo desta forma. Não se preocupe com a turma e continue. 





Mova agora os pés e  o corpo desta maneira... Faça como se não houvesse problema nenhum. 





E agora, com mais vontade! Não ligue para a turma nem para o que eles dizem. Nessa altura eles já devem estar calados, a olharem para si de boca aberta... mas ainda faltam 15 minutos para acabar o bloco...






Portanto, respire fundo, mande embora todo o stress e, principalmente, não caia na asneira de olhar ou falar para eles!
 




Já falta pouco. Provavelmnete eles já sairam mesmo antes do toque. Não ligue. Acabe o exercício e se alguém lhe perguntar o que que  está a fazer, mova a cabeça devagar  e responda com segurança : estou a auto-avaliar-me!

 

sábado, 28 de novembro de 2009



 
 
 
 
   
 Plano Tecnológico da Educação

Estão abertas as inscrições para os alunos do 1.º ano do ensino básico
 
 
Com vista a dar seguimento ao Plano Tecnológico da Educação, o Ministério da Educação vai lançar um concurso público internacional para a aquisição de computadores portáteis adaptados ao primeiro ciclo do ensino básico. 
 
Com o lançamento deste concurso, o Governo estará em condições de garantir que todos os alunos matriculados, no presente ano lectivo, no 1.º ano do ensino básico, terão acesso a um computador portátil, adaptado a este nível de ensino, para utilização no processo de aprendizagem, nomeadamente em ambiente de sala de aula.
 
O concurso, que permitirá o acesso a computador a todos os alunos matriculados no 1.º ano do ensino básico nos anos lectivos de 2009/2010 e de 2010/2011, assim como aos respectivos professores, será lançado já no próximo mês.
 
As fichas de inscrição encontram-se já disponíveis no Portal das Escolas

 

 À semelhança do ano anterior, estes equipamentos serão gratuitos para os alunos abrangidos pelo escalão A da Acção Social Escolar (ASE). O computador custará 20 euros para os alunos do escalão B e 50 euros para os alunos não abrangidos pela ASE.
 
As fichas de inscrição devem ser remetidas aos encarregados de educação dos alunos do 1.º ano do ensino básico, que as deverão entregar, devidamente preenchidas, até ao dia 15 de Dezembro.

 
 
  


 
 
 
 
   
 'Não faz sentido prolongar as ocupações das crianças'

Sara R. Oliveira in Educare.pt
(Link no título ao artigo no sitio origial )


Investigadora defende que é fundamental perceber que os mais pequenos têm ritmos de trabalho diferentes. E que brincar é uma forma de descobrir o mundo. 
 
Acaba de lançar o livro Crianças ocupadas, no qual pretende facultar aos pais um instrumento que lhes permita decidir o que é melhor para os seus filhos. Maria José Araújo, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, adianta que estudar não é repetir o que se fez na aula. E que ensinar a estudar não é fácil. Há requisitos a cumprir, como ouvir e compreender o que as crianças aprendem e perceber como valorizam os conhecimentos. 

Fez as contas aos tempos e concluiu que as crianças, dos 6 aos 12 anos, trabalham oito a nove horas por dia, o mesmo horário de trabalho de um adulto. Sugere a análise de uma nova metodologia de trabalho. Não é contra a revisão da matéria dada, mas sim contra 'o trabalho repetitivo e inútil', a que muitas vezes se chama de TPC. 

'Brincar é a actividade natural da criança.' Brincar é importante. Para descobrir o mundo. Maria José Araújo alerta que, para as crianças, brincar é 'um acto muito sério'. 'Se estivermos com atenção às brincadeiras das crianças podemos perceber a espontaneidade, o empenhamento voluntário, a regularidade e a consistência do acto de brincar', alerta.


EDUCARE.PT: No seu livro, defende que é preciso repensar o modelo de estudo proposto à criança. O que deve mudar?

Maria José Araújo: O meu livro dá conta de um estudo com crianças entre os 6 e os 12 anos de idade. Este modelo de TPC, de que eu sou crítica, baseia-se na quantidade e no exercício mecânico. Fazer TPC não é, exactamente, estudar. Nestas idades, o conceito de estudar é muito confuso e as crianças só o vão percebendo com o decorrer da escolaridade e à medida que se vão confrontando com outras situações e, mesmo assim, tudo isso depende delas. 

Um dos problemas dos TPC é que dá a ideia de que qualquer pessoa pode ensinar as crianças. Não é qualquer pessoa que ensina a estudar, porque não é fácil e exige formação na área da infância e competências específicas. Exige conhecer as crianças, mas também vontade de as entender, disponibilidade para as ouvir e para compreender o modo como elas aprendem e valorizam o que aprendem. 

Temos de parar para reflectir criticamente sobre este modelo dominante, ver porque é que não está a dar resultado, ou seja, porque é que as crianças não aderem e não gostam, e mudar as propostas envolvendo até as crianças na definição de uma nova metodologia de trabalho. É necessário perceber que têm interesses e ritmos de trabalho diferentes, têm direito a descansar e brincar e ter isso em consideração.


E: Conclui que as crianças que têm entre 6 e 12 anos trabalham oito a nove horas por dia no seu ofício de aluno, sensivelmente o mesmo horário de trabalho de um adulto. É possível chegar a um equilíbrio?

MJA: Equilíbrio não me parece a palavra certa. Na verdade, o horário escolar para o 1.º ciclo do Ensino Básico está regulamentado pelo Ministério da Educação. Vinte e cinco horas lectivas (Língua Portuguesa 8 horas, Matemática 7, Estudo do Meio 5, Áreas de Expressão e restantes áreas curriculares 5), com 'uma distribuição equilibrada ao longo da semana' (Despacho nº ). Esta regulamentação foi, com certeza, pensada e proposta tendo em consideração a idade e as possibilidades de dedicação das crianças a um trabalho formal deste tipo. Não vamos agora mais longe do que a própria legislação. São 25 horas e não 40,45.

Depois do ensino formal obrigatório na sala de aula, as crianças têm direito, no seu tempo livre, a fazer outras coisas. Neste sentido, eu penso que todas as propostas que aparecem para aumentar esta carga de trabalho escolar formal são basicamente desequilibradas e equiparadas ao trabalho dos adultos.


E: Há uma linha muito ténue entre tempo livre e tempo ocupado para as crianças. O que separa estes dois tempos?

MJA: O que eu digo é que o conceito de 'tempo livre', na sua relação com o contexto educativo das crianças, tem sido usado na educação sem grande precisão. O contrário de tempo livre não é tempo ocupado, como muitas vezes se diz. Porque o tempo pode ser ocupado com liberdade quando as crianças podem ter uma palavra decisiva na escolha da sua ocupação, e sem liberdade quando as crianças são vítimas de uma imposição ou escolha a que são totalmente alheias. Para tempo não livre já temos as aulas, e é normal que assim seja. Depois das aulas é bom que o tempo livre seja mesmo livre. Não faz sentido prolongar as ocupações e obrigações das crianças de tal modo que não lhes deixamos tempo para brincar e descansar. Para serem crianças...


E: Considera que a sociedade privilegia as opções dos adultos em detrimento da vontade dos mais novos em brincar. Quais os benefícios das brincadeiras?

MJA: Brincar é a actividade natural da criança. No discurso dominante, o brincar, sobretudo quando relacionado com as actividades escolares, aparece quase sempre como actividade secundária e pouco relevante. Mas as crianças brincam para descobrir o mundo, as pessoas e as coisas que estão à sua volta. Se estivermos com atenção às brincadeiras das crianças podemos perceber a espontaneidade, o empenhamento voluntário, a regularidade e a consistência do acto de brincar. É um comportamento que permite o conhecimento de si próprio, do mundo físico e social e dos sistemas de comunicação. Brincar faz parte da cultura da infância e para as crianças é um acto muito sério. 

Através da brincadeira, as crianças aprendem a escolher, tomar decisões, avaliar, distinguir, decidir. Para um adulto, a leitura de um livro, de um romance, é importante para a sua imaginação, ajuda a pensar e escrever. Para as crianças, o brincar ajuda a ler a realidade social, interpretá-la e a agir sobre ela.


E: Escreve que 'se a criança não escolhe a sua brincadeira, já não é ela que brinca'. Não devem ser os adultos a orientar as brincadeiras?

MJA: Não. 


E: Contra ou favor dos TPC?

MJA: Sou contra o trabalho repetitivo e inútil como o que muitas vezes se propõe às crianças naquilo a que se chama TPC.


E: Escreve que 'normalizar os TPC e fazer deles uma prática continuada não parece sensato'. Os TPC não são uma boa forma de rever a matéria dada e ajudar a ultrapassar dificuldades de aprendizagem?

MJA: Isso poderá e deverá ser feito na escola. Eu não refiro nunca que sou contra rever a matéria dada ou estudar, muito pelo contrário. O que proponho é que se faça isso na escola e nas condições adequadas, sobretudo porque estamos a falar de crianças pequenas. De qualquer modo, o meu estudo é sobre o que as crianças fazem no seu tempo livre e não sobre as suas aprendizagens formais.


E: Refere que as actividades de enriquecimento curricular (AEC) são pensadas para ser aulas. Há um desfasamento entre o que as crianças querem fazer nesse tempo e os programas definidos pelo Ministério da Educação?

MJA: O que as crianças querem é brincar. No entanto, gostam de fazer actividades e estas podem ser uma forma de brincar. Uma das dificuldades que condicionam as escolhas das crianças nas actividades organizadas, por exemplo nas AEC, é que elas são pensadas para ser aulas, e as opções (música, plástica, etc.) são organizadas por turmas, muitas vezes sem ter em conta os interesses das crianças. Como todas as crianças que ficam na escola depois do horário lectivo, têm obrigatoriamente de participar e as actividades são organizadas em função das idades e anos de escolaridade.

Neste sentido, são na maioria - para o melhor e para o pior actividades realizadas em colectivo coincidente com o grupo que funcionou durante o período lectivo. Portanto, para as crianças, além do carácter obrigatório, não há diferença substancial entre estas aulas e as outras. Por outro lado, os professores das AEC são formados para dar uma importância muito maior ao saber escolar do que ao brincar. Se não estiverem conscientes do que significa ser criança e atentos ao seu cansaço, o que pode acontecer - ou o que acontece - é que toda a situação fica mais difícil para as crianças e para os professores. 

O problema pode não ser só as actividades que se fazem com excesso de orientação, mas sim ser essa metodologia prevalecente em todas as actividades. Todas as medidas precisam de ajustes e de um tempo para ver como podem funcionar. É importante fazer avaliações para se perceber como podemos melhorar a qualidade das propostas, mas também do tempo que as crianças passam na escola. 


E: Como vê a utilização do computador Magalhães pelos alunos do 1.º ciclo?

MJA: Essencial enquanto passo importante no acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação. No entanto, falar de computadores nas escolas do 1.º ciclo é falar de educação e não dos equipamentos. Na verdade, já muitas crianças o usam com bastante sucesso.
 
  

Sociedade Civil



 
 
 
 
   
 

Pais Galinha

Segunda-feira, Novembro 23

Um artigo publicado no The Guardian sobre um estudo feito pela Equality and Human Rights Commission, revelou que 42 % dos homens que trabalham e têm filhos com um a seis anos de idade sentem que não dedicam tempo suficiente às crianças e revelam-se preocupados com isso. Em Portugal, os últimos estudos indicam o mesmo: os pais portugueses querem ser mais dedicados e mais atentos aos filhos.

Será que estamos a assistir a uma mudança do paradigma do papel do pai na família portuguesa? Que dados efectivamente indicam que o pai é um elemento cada vez mais presente no quotidiano do filho, desde o acompanhamento dos estudos às idas ao médico?



                        

                                           Vídeo em formato Flash


Convidados:

Hermínio Correia, Confederação Nacional das Associações de Pais

Rita Veloso Mendes, Socióloga e Investigadora Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE

Ana Paula Reis, Psicóloga

Paulo Sousa Costa, Director de Comunicação

 
               Link para o Blog Sciedade Civil: Pais Galinha

NOTICIAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

A Confap disponibiliza na sua página um acervo de notícias emitidas pela Comunicação Social sobre educação.



Actualidade - Semana em revista:


Professores: ministra quer avaliação que recompense esforço
Diário IOL – 26/11/2009
A ministra da Educação, Isabel Alçada, diz estar empenhada na criação de um sistema de avaliação de professores que recompense o esforço ea qualidade. ...

 
A «ESCOLA +» -um espaço de criatividade e de descoberta das artes
Rostos – 26/11/2009
No próximo dia 29 de Novembro a «Escola +» assinala o seu 1º aniversário, um projecto que tem vindo afirmar-se como espaço de aprendizagem e desenvolvimento ...

 
A escola global - Educação em Portugal ainda abaixo da média
Visão – 26/11/2009
A noção de competência, por exemplo, entra na gramática das escolas por via do mundo empresarial: não basta saber os 'saberes', é preciso mobilizá-los em ...

 
Portugal tem mais abandono escolar do que a UE
Económico – 26/11/2009
Segundo os dados da Comissão Europeia, Portugal fica abaixo da média no que respeita à taxa de abandono escolar precoce: 35,4% dos estudantes entre os 18 e ...

 
Educação: 'Não haverá aspectos inconciliáveis' no processo ...
Expresso – 25/11/2009
O secretário de Estado adjunto e da Educação garantiu hoje, após reunião com dirigentes sindicais dos professores, que não haverá ...

 
Escolas da Amadora não fecham por causa da gripe A
Correio da Manhã – 25/11/2009
Os Ministérios da Saúde e da Educação garantem que as escolas do concelho Amadora vão continuar a funcionar normalmente, apesar da existência de alguns ...

 
31% dos adultos participaram em 2007 numa acção de aprendizagem
Público.pt – 25/11/2009
Segundo um inquérito realizado em 2007 pelo INE à Educação e Formação de Adultosessa, essa actividade de aprendizagem traduziu-se por educação formal (12 ...

 
IEFA: Metade dos adultos faz actividade de aprendizagem
Diário Digital – 25/11/2009
No universo da população adulta (indivíduos 18 aos 64 anos), 51,8% participaram em pelo menos uma actividade de aprendizagem, revela o Inquérito à Educação ...

 
Estratégia de Lisboa para a educação até 2010 aquém ...
Publico.pt – 25/11/2009

A Comissão regista a existência de progressos, mas lamenta que quatro das cinco metas traçadas pela Estratégia para a Educação e formação fiquem por cumprir. Apenas o objectivo do crescimento do número de licenciados em matemática, ...
 
Ministério da Educação vai eliminar divisão da carreira docente
Público.pt – 25/11/2009
O Ministério da Educação vai eliminar a divisão da carreira docente, confirmou Dias da Silva, da Federação Nacional da Educação. Hoje continuam as reuniões ...

 
Sindicatos e Tutela retomam revisão da carreira docente
RTP – 25/11/2009
Organizações sindicais e Ministério da Educação retomam esta quarta-feira o processo negocial para a revisão da carreira docente iniciado na anterior ...

 
FNE diz que recebeu garantia de que carreira de professores vai ...
TSF Online – 25/11/2009
A FNE diz que recebeu da ministra da Educação a garantia de que não vai haver divisão na carreira dos professores. No final de um encontro com Isabel Alçada ...

 
Arquipélago pioneiro em projecto de saúde escolar
Jornaldiario.com – 25/11/2009
A secretária regional da Educação e Formação anunciou um projecto pioneiro dedicado à saúde escolar, que visa acautelar o adequado desenvolvimento físico, ...

 
Pais não querem cobertura de amianto
Jornal de Notícias – 25/11/2009
'Impasse', é o comentário de Alberto Teixeira à remoção das placas de cobertura existentes no recreio da Escola Aires Barbosa pedida num abaixo-assinado com ...

 
Estado paga 75 milhões por sucessor do 'Magalhães'
Diário de Notícias – 25/11/2009
'Para a Confap, é irrelevante a forma como isto será feito. È muito significativo que o programa continue', defendeu, lembrando que 'temos muitos alunos na ...

 
Educação sexual
Correio da Manhã – 25/11/2009
As escolas com educação sexual 'são uma minoria' porque os professores 'não têm disponibilidade para os projectos e falta apoio técnico', ...

 
Educação em Portugal ainda abaixo da média
Jornal de Notícias – 25/11/2009
Os poucos adeptos da Matemática e da leitura colocam Portugal abaixo da média da UE para a educação apesar dos progressos. O abandono escolar precoce, ...

 
Professores não negoceiam divisão da carreira
RTP – 24/11/2009
Os sindicatos de professores não negoceiam a reivindicação de acabar com a divisão dos professores em duas categorias. O aviso é deixado por FENPROF e FNE ...

 
Professores portugueses querem mais formação
Público.pt – 24/11/2009
Os professores portugueses são os que mais pedem formação profissional. Num inquérito feito em 23 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento ...

 
Nem todos os professores se sentem preparados
Expresso – 24/11/2009
Professores de Bragança defendem que a educação sexual devia passar por um gabinete multidisciplinar de apoio ao aluno. A educação sexual nas escolas devia ...

 
Educação Sexual: Nem todos os professores se sentem preparados
Destak.pt - 24/11/2009

A educação sexual nas escolas devia passar por um gabinete multidisciplinar de apoio ao aluno, defendem professores de Bragança que frequentaram uma formação nesta área e que alertam que nem todos os docentes estão preparados para ...
 
Novos Magalhães serão distribuídos em 2010
Jornal de Notícias – 24/11/2009
Na Gulbenkian, onde a ministra da Educação anunciou a entrega de Magalhães a mais 100 mil alunos em 2010, decorrem conferências sobre Internet e crianças. ...

 
Educação abre concurso para portáteis no 1º ciclo
Jornal de Negócios – 24/11/2009
... aos alunos do primeiro ciclo, o Ministério da Educação vai lançar um concurso para a mesma categoria de portáteis aberto a todos fornecedores. ...

 
«Pornografia à solta nas escolas»
Diário IOL – 23/11/2009
Ao tvi24.pt, este encarregado de educação, relatou a conversa que teve com o filho sobre o assunto. «Ó pai, conheces o RedTube? ...

 
Violência na escola não está a aumentar, diz responsável da PSP
Fábrica de Conteúdos – 23/11/2009
Telemóveis, ténis e moedas estão entre os objectos mais furtados, referiu a responsável pelo programa Escola Segura na Polícia de Segurança Pública, ...

 
Câmara Municipal de Lagoa premeia sucesso escolar
Acores.Net – 23/11/2009
O anúncio foi feito ontem pelo Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, durante a sessão solene comemorativa do 8º aniversário da Escola ...

 
Alunos do primeiro ciclo vão receber fruta na escola a partir de ...
Acorianooriental – 23/11/2009
Mais de seis mil alunos das escolas do primeiro ciclo do ensino básico nos Açores vão beneficiar, a partir de Janeiro, de um programa de distribuição de ...

 
Duplicam as baixas por assistência à família
Observatório do Algarve – 23/11/2009
... tanto a Associação das Famílias Numerosas como a Federação das Associações de Pais admitem que a subida se deva à necessidade de os pais ficarem em casa ...





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