domingo, 31 de janeiro de 2010

A indisciplina e a violência nas escolas é um assunto que está, ainda, longe de ser resolvido nas escolas, embora muito já se tenha feito, de positivo, nos dois últimos anos.
Divulgamos, a seguir, uma interessante reflexão feita recentemente no país vizinho.




Especialistas em educação, reunidos na cidade espanhola de Valência, em Março de 2009, defenderam que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores.

Os participantes no encontro 'Família e Escola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.

'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.

'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou.

Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.

No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa.

'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha.

Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'.

Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'.

A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.

'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, ‘uma oportunidade e um privilégio’.

'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater.

Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'.

'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou.

Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam.

Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.

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Fernando Savater

Fernando Savater nasceu em San Sebastián em 1947. Catedrático de ética na Universidade Complutense de Madrid, é autor de uma vasta obra que abarca o ensaio, a narrativa e o teatro. Entre outros galardões, recebeu o Prémio Francisco Cerecedo da Associação de Jornalistas Europeus e o Prémio Sakharov de Direitos Humanos.
Fernando Savater é um dos pensadores mais destacados de Espanha e tem vindo a ganhar grande popularidade no mundo inteiro.

Comportamentos de risco são ‘moda’
Enviado por Quinta, Janeiro 28 @ 18:48:07 CET por Amaral

Saude«O tabagismo continua a ser um dos principais problemas que afectam os mais jovens e, por isso, o eixo prioritário da promoção da saúde continua a ser a prevenção» – disse à imprensa Emília Nunes, especialista em Saúde Pública, da Direcção-Geral de Saúde (DGS).

«Ainda não sabemos qual é a realidade dos fumadores nos últimos anos. Funciona um pouco por ‘modas’. Só quando tivermos os dados, poderemos divulgar o novo plano de prevenção do tabagismo entre os estudantes», explicou.

A aposta na prevenção nas escolas – até agora invisível para os jovens com quem o SOL falou –, em articulação com a Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular, do Ministério da Educação, deverá assim assentar em novas estratégias.

Não há relatórios sobre o consumo de tabaco entre os adolescentes nos últimos dois anos, mas os últimos dados conhecidos parecem desligados da realidade. Com efeito, e ao contrário da noção com que se fica ao andar perto das escolas frequentadas por adolescentes, o último estudo sobre o consumo de álcool, tabaco e droga, que compara dados de 2003 e 2007, dava então conta de uma diminuição generalizada do consumo de tabaco entre os 13 e os 18 anos.

Por outro lado, segundo os Inquéritos Nacionais em Meio Escolar feitos pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), a taxa de alunos que começaram a fumar com menos de 13 anos subiu nos 7º, 8º e 9º anos de escolaridade: de 21% em 2001, para 23%, em 2006. Quanto aos que frequentavam escolas secundárias, a descida foi pouco acentuada: de 49% para 46%.

«Os comportamentos de risco entre os jovens acompanham um pouco aquilo que se considera ‘moda’», disse ao SOL Fernanda Feijão, coordenadora do Núcleo de Estudos e Investigação do IDT. «Por isso, é possível que, nos últimos anos, a tendência de diminuição se tenha invertido», acrescentou. No entanto, sublinha, os últimos dados disponíveis, que entraram no relatório europeu sobre a matéria, colocavam Portugal entre os países com menor número de consumidores da Europa.

SOL - 28/01/2010



Perfil da classe docente
Enviado por Terça, Janeiro 26 @ 11:21:14 CET por Amaral


Educação
Educadores de infância são o grupo mais envelhecido e os professores do 3.º ciclo e Secundário são os que têm mais habilitações académicas. Resultados de um estudo do Ministério da Educação sobre o ano lectivo de 2007/2008. 

Os dados são do Gabinete de Estatísticas e Planeamento do Ministério da Educação que analisou vários itens dos protagonistas do ensino. O estudo Perfil do Docente centrou-se no ano lectivo de 2007/2008. As mulheres continuam a "dominar" o ensino, quase 50% dos educadores de infância têm entre 40 e 49 anos, as habilitações académicas dos docentes "crescem" à medida que se sobe no nível de escolaridade e no 3.º ciclo e Secundário há mais de 15 mil professores contratados. 

O objectivo da tutela foi traçar um perfil da população docente. Escolheu um conjunto de indicadores, nomeadamente idade, sexo e habilitações académicas, bem como funções e vínculos em 2007/2008. A informação do estudo é apresentada em tabelas e gráficos e não é feita qualquer interpretação dos resultados obtidos. "Este documento não é, por isso, um fim em si mesmo; constitui-se, essencialmente, como um instrumento de suporte às mais variadas análises sobre o perfil da população docente que possam ser feitas a partir de diversas perspectivas" - lê-se. 

A tendência mantém-se: há mais mulheres do que homens a dar aulas e a diferença continua a ser considerável. Em 2007/2008, o pré-escolar tem 15 395 mulheres e 577 homens, o 1.º ciclo 28 108 professoras e 4178 professores, o 2.º ciclo 22 987 mulheres e 8 899 homens e o 3.º ciclo e Secundário 58 997 mulheres e 24 797 homens. 

O 3.º ciclo e Secundário são os níveis de ensino com mais professores a leccionar em 2007/2008, ou seja, 83 794, dos quais 75 177 no ensino público, seguindo-se o 1.º ciclo com 32 286 docentes (29 433 no público), a pouca distância do 2.º ciclo com 31 886 professores (29 220 no público). Por último, surge o pré-escolar com 15 972, dos quais 9106 no público. O ano lectivo de 2004/2005 foi o que teve mais professores, desde 1997/1998, no 3.º ciclo e Secundário e também no 2.º ciclo com 84 404 e 35 059 docentes, respectivamente. O pré-escolar contou com 16 707 professores em 2006/2007 e o 1.º ciclo registou 37 918 em 2001/2002. 

O estudo demonstra que o grupo dos educadores de infância, em termos de proporção, é o mais envelhecido no ano em análise: 46,5% estão na faixa etária dos 40 aos 49 anos e 27,2% entre os 30 e os 39. No 1.º ciclo, 32,9% têm entre 30 e 39 anos e 29,7% entre 40 e 49. Neste nível de ensino, 12,5% têm menos de 30 anos de idade. No 2.º ciclo, 35,8% têm mais de 50 anos, 28,7% entre 40 e 49 e 27,3% entre 30 e 39. No 3.º ciclo e Secundário, 34% têm entre 40 e 49 anos e 32,9% entre 30 e 39. 

O índice de envelhecimento da população docente é dado pelo ratio entre o número de professores com idade igual ou superior a 50 anos e o número de docentes com idade inferior a 35 anos, multiplicado por 100. O que dá 441,6 para os educadores de infância, 85,6 para os professores do 1.º ciclo, 192,5 para o 2.º ciclo e 116,4 para o 3.º ciclo e Secundário. Ou seja, é no 2.º ciclo que se encontra a maior percentagem de professores com mais de 50 anos. Por outro lado, verifica-se que o índice de envelhecimento é mais elevado no ensino público do que no privado. 

No pré-escolar, o envelhecimento dos docentes é mais visível no Centro do país com 86,6%, seguindo-se o Norte com 70,3% e o Alentejo com 67,6%. No 1.º ciclo, o envelhecimento dos professores é mais evidente na zona Centro com 121%, seguindo-se o Alentejo com 118% e o Norte com 89,3%. O Centro mantém-se no topo no 2.º ciclo com 192%, com o Norte logo a seguir com 185%. No 3.º ciclo e Secundário, é em Lisboa que o índice de envelhecimento é mais elevado com 173,3, seguindo-se o Centro com 96,9 e o Norte com 80,7. 

No que diz respeito ao vínculo contratual, no ano em que o estudo se concentra, 8499 educadores de infância pertencem ao quadro e 400 são contratados. No 1.º ciclo, 26 635 estão no quadro e 2746 são contratados, no 2.º ciclo 23 959 no quadro e 5105 contratados e no 3.º ciclo e Secundário 89 326 pertencem ao quadro e 15 348 são contratados. E é em Lisboa que existem mais professores contratados para o pré-escolar. No 3.º ciclo e Secundário a percentagem é maior no Algarve com 26,9%, 23,1% no Alentejo e 22% no Norte. Quanto mais se sobe no grau de ensino mais "crescem" as habilitações académicas. Em 2007/2008, no pré-escolar 81,3% dos professores têm a licenciatura e 1,4% mestrado ou doutoramento. No 1.º ciclo, 82,1% têm licenciatura e 1,5% mestrado ou doutoramento, no 2.º ciclo 83,8% possuem licenciatura e 2,8% mestrado ou doutoramento e no 3.º ciclo e Secundário 88,3% têm um curso e 5,7% mestrado ou doutoramento. 

No 2.º ciclo, são as áreas de Matemática e Ciências da Natureza que têm mais professores: 7452, 6903 no público e 549 no privado. E é nos planos de Estudos Estrangeiros que se registam menos docentes, ou seja, 174, e todos do privado. No público, é na Educação Moral e Religião Católica que há menos docentes, ou seja, 972. No 3.º ciclo e Secundário, os professores de Matemática ocupam o topo da tabela com 9874 docentes, seguindo-se os de Português com 9329 e os de Inglês com 7015. No fim da lista, estão os professores de Latim e Grego com 20 docentes e leccionar. 

Educare.pt | 2010-01-25


A farmácia da educação
Enviado por Domingo, Janeiro 10 @ 13:19:18 CET por Amaral

Artigos de opiniãoJohn Maynard Keynes não acreditava em resultados rápidos. Por isso, um dia, desabafou: "Eu não tenho uma farmácia. Não tenho que fornecer comprimidos nem soluções imediatas para problemas práticos que possam surgir". Os comprimidos, por si... - escreve Fernando Sobral.

John Maynard Keynes não acreditava em resultados rápidos. Por isso, um dia, desabafou: "Eu não tenho uma farmácia. Não tenho que fornecer comprimidos nem soluções imediatas para problemas práticos que possam surgir". Os comprimidos, por si só, nem sempre são capazes de resolver os problemas dos pacientes: muitas vezes apenas atiram para o futuro a solução.

Portugal é uma grande farmácia: passa a vida a tratar-se com comprimidos e espera que a doença se cure por si própria. Quando se olha para aquela que costuma ser a prioridade das prioridades para a classe política, a educação, sabe-se que a ela se aplica a política do comprimido. Mesmo como quando era a "paixão" do saudoso António Guterres.

De reforma em reforma, temos criado a educação que é o espelho do País. Portugal tem a segunda taxa de abandono escolar precoce da UE. Mas, como o que é preciso é mostrar resultados para que os burocratas de Bruxelas fiquem embevecidos, o facilitismo tornou-se a política oficial do Estado. Passa-se, mesmo sem os alunos saberem nada, para atingir níveis de conforto politicamente correctos. Nivela-se por baixo o grau de exigência. Mas, surpresa, mesmo assim os alunos debandam do ensino. Isto só mostra que todo o sistema educacional português está corrompido. Os alunos passam, os professores aprovam e o Ministério aplaude. Tudo em nome das estatísticas.

Uma sociedade educada é uma sociedade saudável. E torna-se numa sociedade criativa e disposta a arriscar. Mas é contra isto que o sistema educacional português labuta incessantemente.

Fernando Sobral
Jornal de Negócios - 06-01-10

sábado, 30 de janeiro de 2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

FEIRA DOS SABORES E SABERES - ESCOLA DE SANTO AMARO

Hoje pelas 15h deu-se a abertura da FEIRA DOS SABORES E SABERES em Chaves, que vai até ao próximo domingo.
A turma do 4º ano da Escola de Santo Amaro entoou e dançou uma rapsódia.
Outras escolas do 1º CEB e Jardins de Infância do Concelho de Chaves também participaram com outras canções.
Além de estar muito frio e a chuva ter dado umas pequenas gotinhas, a criançada adorou e correu muito bem.
No final da actuação foram visitar o Pavilhão Gimnodesportivo onde se encontravam as barracas cheias de diversos e variados sabores - presunto, chouriço, pão de centeio, pastéis de chaves, e outros produtos. Entre os saberes diversas barracas com artesanato e demais produtos feitos de diversos materiais e executados manualmente.
Estava muita gente presente bem como as altas individualidades da cidade dando a abertura o Senhor Presidente da Câmara Municipal João Baptista.
Será um fim de semana onde se esperam alguns milhares de visitantes.
Aqui seguem algumas das fotos da turma do 4º ano de Santo Amaro bem como de algumas barracas presentes na Feira.


























Iniciativa 0% frio, 100% agasalhos 
   
 
 
 
   
            Associações de Pais do Agrupamento D. Dinis juntam-se
                                       para apoiar crianças


      Iniciativa “0% frio, 100% agasalhos” para recolha de roupa e
                                     
 calçado em Fevereiro
 
 
Depois do sucesso que foi a campanha de recolha de brinquedos subordinada ao tema “Este Natal, todas as crianças brincam”, a Associação de Pais dos Capuchos estendeu a segunda iniciativa prevista para 2010 às restantes associações do Agrupamento D. Dinis. Assim, ao longo do mês de Fevereiro, irá decorrer a iniciativa “0% frio, 100% agasalhos”, com o objectivo de angariar roupa e calçado para crianças.
 
As associações de pais pertencentes ao Agrupamento D. Dinis (Amarela, Arrabalde, Barosa, Branca, Capuchos, D. Dinis e Guimarota) decidiram juntar-se e vão promover a recolha de roupa e calçado para crianças carenciadas do distrito de Leiria. Cada escola estará responsável pela recolha e armazenamento da roupa e calçado e as expectativas são as melhores para esta campanha que arranca na próxima segunda-feira, 1 de Fevereiro.
 
“A nossa campanha de recolha de brinquedos resultou em cerca de 200 quilos de brinquedos que foram posteriormente encaminhados para a Cruz Vermelha de Leiria e, por último, entregues a uma instituição de Apoio Social em Castanheira de Pêra. Agora, com várias associações, estamos confiantes em conseguir reunir o máximo de roupa e calçado ao longo de Fevereiro. Este trabalho em conjunto demonstra o envolvimento das associações do Agrupamento D. Dinis no apoio a todas as crianças”, explicou Ana Serrador, vice-presidente da Associação de Pais dos Capuchos e responsável pela coordenação da iniciativa.
 
O cartaz da iniciativa “0% frio, 100% agasalhos” encontra-se disponível no blogue da Associação de Pais dos Capuchos, em capuchos.blogspot.com, bem como dados adicionais sobre o funcionamento desta segunda campanha prevista pela Associação de Pais dos Capuchos e com o apoio das associações de pais do Agrupamento D. Dinis.
 
 
      Ofertas ao Jardim-de-Infância e Escola Básica dos Capuchos
 
Esta semana ainda, mais precisamente na quarta-feira (27 de Janeiro), pelas 16h15, decorreu a entrega de uma verba ao Jardim-de-Infância e de mobiliário à Escola Básica por parte da Associação de Pais dos Capuchos.
 
“Iremos entregar um cheque de 250 euros ao Jardim-de-Infância para que as educadoras possam adquirir material didáctico e lúdico para as crianças que frequentam aquele espaço, para além de oferecer à Escola Básica mobiliário para a biblioteca, num apoio angariado junto da Moviflor Leiria. Estamos, ao mesmo tempo, a desenvolver outras iniciativas, como a revitalização da biblioteca do Jardim-de-Infância e estabelecemos um acordo com o Centro Internacional de Ténis de Leiria (CITL) para aulas de sensibilização sobre este desporto no espaço e horário escolares, ministradas pelo corpo técnico do CITL e com o apoio das educadoras do Jardim-de-Infância e Escola Básica”, recordou Filipe Loureiro, presidente da Associação de Pais dos Capuchos.






                    Colocação de sinalização rodoviária
 
Como era do conhecimento dos pais dos estabelecimentos escolares, os Capuchos não possuíam qualquer sinalização rodoviária para alertar os automobilistas da presença de crianças. A Associação de Pais dos Capuchos encetou esforços junto da CM de Leiria, entregando um levantamento fotográfico do local, o qual mereceu toda a atenção da autarquia. Esta manhã (quinta-feira, 28 Janeiro) tiveram início os seguintes trabalhos: Requalificação do pavimento da rua das escolas; Colocação de linha amarela contínua junto aos lancis das faixas de rodagem; Passagem para peões; Corredor pedonal na rua da escola; Sinalização vertical.




                                 Associação na Internet
 
De forma a aproximar os pais da vida escolar, a Associação de Pais dos Capuchos criou um blogue desde a sua vitória no acto eleitoral de 15 de Outubro de 2009. Desde então, o espaço capuchos.blogspot.com funciona como plataforma de informação para pais e crianças. Ao mesmo tempo, desenvolvemos uma página no Facebook (procurar “Associação Pais Capuchos) com todas as últimas notícias sobre as iniciativas pensadas pela Associação de Pais dos Capuchos para melhorar a vida do Jardim-de-Infância e Escola Básica dos Capuchos.
 


Fonte: Comunicado da AP da EB1 nº7 e JI dos Capuchos - Leiria 28/01/2010

Conteúdos Jornalísticos de Interesse Educativo Disponíveis no Portal das Escolas 
   
 
 
 
   
 
A cerimónia de apresentação da área de jornais e de revistas de interesse educativo do Portal das Escolas decorreu no passado dia 27 de Janeiro, no Centro Cultural de Belém, com intervenções da Ministra da Educação, Dra. Isabel Alçada, e do Presidente do Conselho de Administração do Grupo Impresa, Dr. Francisco Pinto Balsemão.

É objectivo do Ministério “disponibilizar nas escolas portuguesas informação relevante que enriqueça o trabalho dos professores e dos alunos, bem como favorecer a reflexão baseada na informação certa e segura”.
Os professores registados no Portal das Escolas podem contar com um arquivo de incalculável valor histórico e pedagógico, continuamente actualizado e enriquecido, que vai disponibilizar cerca de um milhão e duzentas mil páginas de títulos históricos e actuais da imprensa escrita portuguesa.
 
O arquivo inclui o acesso às publicações históricas A Capital, O Jornal, História, Se7e e Jornal da Educação, assim como aos títulos actuais Expresso, Visão e Jornal de Letras.
 
O Presidente do Conselho de Administração do Grupo Impresa sublinhou que, para além do “acervo de qualidade acessível através de funcionalidades de pesquisa adaptadas ao universo dos utilizadores, vão estar disponíveis dossiês temáticos” para utilização em contexto pedagógico.
 
Os primeiros dossiês temáticos disponibilizados agregam e organizam informação alinhada com o currículo e com o contexto nacional e são referentes a temáticas como a I República, o 25 de Abril ou o Muro de Berlim, bem como a personalidades e a acontecimentos da história e da cultura portuguesas.
Fonte: Portal das Escolas

Os professores ainda não registado no Portal das Escolas, podem registar-se on-line no Portal. 

 
 
 
 
   
                                          Curso de Especialização 
             MEDIAÇÃO DE CONFLITOS EM
                    CONTEXTO ESCOLAR
     



4ª Edição Março – Maio 2010

COORDENAÇÃO:

Prof. Mestre Elisabete Pinto da CostaDiretora do Instituto de Mediação da ULP
 
A todos que frequentem esta Especialização pretende-se oferecer uma base de reflexão e verificação sobre a forma como a mediação aparece ligada à Educação assim como à Escola, em particular, indicando-se possibilidades de intervenção pragmáticas e transformadoras e banindo quaisquer mitos de soluções mágicas.

Tendo por objecto de estudo e de trabalho os diversos conflitos que se desenrolam na escola, importa essencialmente formar o mediador, figura central da mediação.

Contando já com três edições, este Curso apresenta para a próxima edição uma estrutura inovadora. Composto por duas partes, complementares e simultâneas: a primeira parte corresponde a um programa de formação teórico-prática e a segunda parte compreende um programa de seminários de aprofundamento dinamizados por especialista nacionais e estrangeiros nas várias áreas de trabalho e de investigação da mediação: concepção e avaliação de programas de intervenção sócio-educativa e planos de convivência, ao nível dos vários níveis de ensino e contextos escolares. Trata-se por isso de uma proposta formativa próxima do que se tem vindo a fazer a nível europeu.

Universidade Lusófona do Porto mais uma vez conta com o apoio da ANP, da CONFAP, do STAAE – ZN, da FRAPP e da AMC.
                                       

                                Documento de Apresentação

                        Link para a ULP - curso de especialização 

 
 
 
 
   
 

Quando eles não querem estudar

Quarta feira, 27 de Janeiro

Não quero estudar! Este será talvez o confronto mais comum nas famílias quando os filhos iniciam o seu percurso escolar.

Muitos pedagogos afirmam que é urgente incutir métodos de estudo desde cedo, acompanhar e adaptar esses métodos ao longo da vida.
Muitos pais, e mesmo professores, não conseguem explicar aos filhos e alunos a aplicabilidade que aquela matéria de estudo vai ter no futuro.

É preciso entender que a escola tem competências e a obrigação de preparar os alunos para a sua integração na sociedade, e como tal tem de adaptar os conteúdos pedagógicos à realidade do aluno.

Por de trás da desmotivação de estudar, poderá existir ainda um sem número de causas: stress da criança, bulliyng, sobrecarga de atividades, etc. Venha descobrir por que razão o seu filho não quer ou não gosta de estudar. E como dar-lhe a volta.


                                      
                                     Vídeo em formato WMV Vídeo em formato Flash

Convidados:

Nuno Crato
, Professor de Matemática e Estatística na UTL e Presidente Sociedade Portuguesa de Matemática
Fátima Nogueira, Vogal da Associação de Professores de Português
Cristina Valente, Psicóloga
Jorge Felício, Director do colégio da Fundação Byssaia Barreto de Coimbra
 
in http://sociedade-civil.blogspot.com/

(Para ver o blogue no assunto, clique no título)
 
  

 
 
 
 
   
 
            Ciclo de Colóquios
    Associação Nacional de Professores e
           Livraria Almedina
 
                       Educação
   A que Temos, a que Merecemos e a que Queremos

Hoje, sexta-feira, dia 29 de Janeiro, na Livraria Almedina (Arrábida Shopping, loja 158, 1º piso, V. N. de Gaia), às 21 horas, realiza-se o primeiro Colóquio subordinado ao tema “Alunos, professores, pais, ministério, autarquias... somos todos Escola” que conta com a participação de António Leite, Director Regional de Educação do Norte.

          (fique a conhecer os restantes temas e datas de realização)

      http://www.anprofessores.pt/portal/PT/535/NID/779/default.aspx 

 
Cerimónia de Homenagem a Ramiro Freitas



No próximo dia 30 de Janeiro, pelas 14.30 horas, decorrerá a Cerimónia de Homenagem a Ramiro Freitas, com o descerramento de uma placa na sala da sede da UCAPA, no Complexo Educativo Cataventos da Paz, Rua Irene Lisboa, Almada.

Apelamos à presença de todos os nossos amigos e companheiros do movimento associativo de pais.

O Conselho Executivo da UCAPA
Comportamentos de risco são ‘moda’
Enviado por Quinta, Janeiro 28 @ 18:48:07 CET por Amaral

Saude«O tabagismo continua a ser um dos principais problemas que afectam os mais jovens e, por isso, o eixo prioritário da promoção da saúde continua a ser a prevenção» – disse à imprensa Emília Nunes, especialista em Saúde Pública, da Direcção-Geral de Saúde (DGS).

«Ainda não sabemos qual é a realidade dos fumadores nos últimos anos. Funciona um pouco por ‘modas’. Só quando tivermos os dados, poderemos divulgar o novo plano de prevenção do tabagismo entre os estudantes», explicou.

A aposta na prevenção nas escolas – até agora invisível para os jovens com quem o SOL falou –, em articulação com a Direcção-Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular, do Ministério da Educação, deverá assim assentar em novas estratégias.

Não há relatórios sobre o consumo de tabaco entre os adolescentes nos últimos dois anos, mas os últimos dados conhecidos parecem desligados da realidade. Com efeito, e ao contrário da noção com que se fica ao andar perto das escolas frequentadas por adolescentes, o último estudo sobre o consumo de álcool, tabaco e droga, que compara dados de 2003 e 2007, dava então conta de uma diminuição generalizada do consumo de tabaco entre os 13 e os 18 anos.

Por outro lado, segundo os Inquéritos Nacionais em Meio Escolar feitos pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), a taxa de alunos que começaram a fumar com menos de 13 anos subiu nos 7º, 8º e 9º anos de escolaridade: de 21% em 2001, para 23%, em 2006. Quanto aos que frequentavam escolas secundárias, a descida foi pouco acentuada: de 49% para 46%.

«Os comportamentos de risco entre os jovens acompanham um pouco aquilo que se considera ‘moda’», disse ao SOL Fernanda Feijão, coordenadora do Núcleo de Estudos e Investigação do IDT. «Por isso, é possível que, nos últimos anos, a tendência de diminuição se tenha invertido», acrescentou. No entanto, sublinha, os últimos dados disponíveis, que entraram no relatório europeu sobre a matéria, colocavam Portugal entre os países com menor número de consumidores da Europa.

SOL - 28/01/2010


Perfil da classe docente
Enviado por Terça, Janeiro 26 @ 11:21:14 CET por Amaral

EducaçãoEducadores de infância são o grupo mais envelhecido e os professores do 3.º ciclo e Secundário são os que têm mais habilitações académicas. Resultados de um estudo do Ministério da Educação sobre o ano lectivo de 2007/2008.

Os dados são do Gabinete de Estatísticas e Planeamento do Ministério da Educação que analisou vários itens dos protagonistas do ensino. O estudo Perfil do Docente centrou-se no ano lectivo de 2007/2008. As mulheres continuam a "dominar" o ensino, quase 50% dos educadores de infância têm entre 40 e 49 anos, as habilitações académicas dos docentes "crescem" à medida que se sobe no nível de escolaridade e no 3.º ciclo e Secundário há mais de 15 mil professores contratados.

O objectivo da tutela foi traçar um perfil da população docente. Escolheu um conjunto de indicadores, nomeadamente idade, sexo e habilitações académicas, bem como funções e vínculos em 2007/2008. A informação do estudo é apresentada em tabelas e gráficos e não é feita qualquer interpretação dos resultados obtidos. "Este documento não é, por isso, um fim em si mesmo; constitui-se, essencialmente, como um instrumento de suporte às mais variadas análises sobre o perfil da população docente que possam ser feitas a partir de diversas perspectivas" - lê-se.

A tendência mantém-se: há mais mulheres do que homens a dar aulas e a diferença continua a ser considerável. Em 2007/2008, o pré-escolar tem 15 395 mulheres e 577 homens, o 1.º ciclo 28 108 professoras e 4178 professores, o 2.º ciclo 22 987 mulheres e 8 899 homens e o 3.º ciclo e Secundário 58 997 mulheres e 24 797 homens.

O 3.º ciclo e Secundário são os níveis de ensino com mais professores a leccionar em 2007/2008, ou seja, 83 794, dos quais 75 177 no ensino público, seguindo-se o 1.º ciclo com 32 286 docentes (29 433 no público), a pouca distância do 2.º ciclo com 31 886 professores (29 220 no público). Por último, surge o pré-escolar com 15 972, dos quais 9106 no público. O ano lectivo de 2004/2005 foi o que teve mais professores, desde 1997/1998, no 3.º ciclo e Secundário e também no 2.º ciclo com 84 404 e 35 059 docentes, respectivamente. O pré-escolar contou com 16 707 professores em 2006/2007 e o 1.º ciclo registou 37 918 em 2001/2002.

O estudo demonstra que o grupo dos educadores de infância, em termos de proporção, é o mais envelhecido no ano em análise: 46,5% estão na faixa etária dos 40 aos 49 anos e 27,2% entre os 30 e os 39. No 1.º ciclo, 32,9% têm entre 30 e 39 anos e 29,7% entre 40 e 49. Neste nível de ensino, 12,5% têm menos de 30 anos de idade. No 2.º ciclo, 35,8% têm mais de 50 anos, 28,7% entre 40 e 49 e 27,3% entre 30 e 39. No 3.º ciclo e Secundário, 34% têm entre 40 e 49 anos e 32,9% entre 30 e 39.

O índice de envelhecimento da população docente é dado pelo ratio entre o número de professores com idade igual ou superior a 50 anos e o número de docentes com idade inferior a 35 anos, multiplicado por 100. O que dá 441,6 para os educadores de infância, 85,6 para os professores do 1.º ciclo, 192,5 para o 2.º ciclo e 116,4 para o 3.º ciclo e Secundário. Ou seja, é no 2.º ciclo que se encontra a maior percentagem de professores com mais de 50 anos. Por outro lado, verifica-se que o índice de envelhecimento é mais elevado no ensino público do que no privado.

No pré-escolar, o envelhecimento dos docentes é mais visível no Centro do país com 86,6%, seguindo-se o Norte com 70,3% e o Alentejo com 67,6%. No 1.º ciclo, o envelhecimento dos professores é mais evidente na zona Centro com 121%, seguindo-se o Alentejo com 118% e o Norte com 89,3%. O Centro mantém-se no topo no 2.º ciclo com 192%, com o Norte logo a seguir com 185%. No 3.º ciclo e Secundário, é em Lisboa que o índice de envelhecimento é mais elevado com 173,3, seguindo-se o Centro com 96,9 e o Norte com 80,7.

No que diz respeito ao vínculo contratual, no ano em que o estudo se concentra, 8499 educadores de infância pertencem ao quadro e 400 são contratados. No 1.º ciclo, 26 635 estão no quadro e 2746 são contratados, no 2.º ciclo 23 959 no quadro e 5105 contratados e no 3.º ciclo e Secundário 89 326 pertencem ao quadro e 15 348 são contratados. E é em Lisboa que existem mais professores contratados para o pré-escolar. No 3.º ciclo e Secundário a percentagem é maior no Algarve com 26,9%, 23,1% no Alentejo e 22% no Norte. Quanto mais se sobe no grau de ensino mais "crescem" as habilitações académicas. Em 2007/2008, no pré-escolar 81,3% dos professores têm a licenciatura e 1,4% mestrado ou doutoramento. No 1.º ciclo, 82,1% têm licenciatura e 1,5% mestrado ou doutoramento, no 2.º ciclo 83,8% possuem licenciatura e 2,8% mestrado ou doutoramento e no 3.º ciclo e Secundário 88,3% têm um curso e 5,7% mestrado ou doutoramento.

No 2.º ciclo, são as áreas de Matemática e Ciências da Natureza que têm mais professores: 7452, 6903 no público e 549 no privado. E é nos planos de Estudos Estrangeiros que se registam menos docentes, ou seja, 174, e todos do privado. No público, é na Educação Moral e Religião Católica que há menos docentes, ou seja, 972. No 3.º ciclo e Secundário, os professores de Matemática ocupam o topo da tabela com 9874 docentes, seguindo-se os de Português com 9329 e os de Inglês com 7015. No fim da lista, estão os professores de Latim e Grego com 20 docentes e leccionar.

Educare.pt | 2010-01-25

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