quarta-feira, 31 de março de 2010

URGENTE - Formação RBE "Gestão da Biblioteca Escolar no Agrupamento"

CFAEVR

 
 

                              

CENTRO  DE  FORMAÇÃO  DE ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DE VILA REAL

FICHA DE INSCRIÇÃO

1-IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO DOCENTE                                       Nº de Insc.______
1.1-Nome:  ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________      
1.2-  de Contribuinte: _ _ _ _ _ _ _ _ _             1.3-Nº do BI/CC:____________________________________
1.4-Arq: _____________          1.5-NIB  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _  _
1.6-Data de nascimento: ____ /____ /____1.7-Morada ____________________________________________________
1.8-Código Postal: _ _ _ _ _   _ _ _      1.9-Localidade ______________________________ 1.10-Telef.: _ _ _ _ _ _ _ _ _ 1.11- Telemóvel _ _ _ _ _ _ _ _ _  1.12- e-mail _________________________


2-SITUAÇÃO PROFISSIONAL


2.1-Educador de Infânciao Professor do 1º Ciclo o Professor do 2º Cicloo
Professor do 3º Cicloo Professor do Ens. Secundário o Professor do Ens. Especial o
2.2-Quadro de Agrupamentoo  Quadro de Escola o  Quadro de Zona Pedagógica     o Contratado o 
Outra Situação     o  _________________________________
2.3-Tempo docente ou equiparado à data de 31/08/091 (total em anos/dias): __________________________________
2.4-Índice de Vencimento: ___________
2.5-Área de formação/grupo disciplinar:______________________________________________
2.6-
Serviço/Escola onde exerce funções: ____________________________________________
2.7-Habilitações: ____________________________________________


3-OPÇÕES POR ORDEM DE PREFERÊNCIA: (Indicar o , e Nome da Acção.)                                                                                                                                                         
1ª  Nº__________Designação:Curso de Formação-Gestão da Biblioteca Escolar no Agrupamento


4- CRITÉRIO DE SELECÇÃO EM QUE SE INSERE: (Assinalar com um X a situação em que se encontra)
1. – Professor  bibliotecário, de acordo com a portaria 756/2009 de 24 de Julho, dos grupos de recrutamento 100 e 110, que exerce funções nas escolas do 1.º ciclo;
2.º-  Professor bibliotecário, de acordo com a portaria 756/2009 de 24 de Julho, que exerce funções nas escolas do 1.º ciclo;
3.º- Professor bibliotecário, de acordo com a portaria 756/2009 de 24 de Julho, em agrupamento de escolas;

NOTA: O  4º critério de selecção é a  data de entrada da inscrição.
As fichas de inscrição deverão ser entregues até 08/04/2010 ao Director do Centro de Formação na Escola Secundária com 3º ciclo Camilo Castelo Branco-Vila Real. A frequência das acções é gratuita

Observações___________________________________________________________________________________________________________

Data:___/___/___   Assinatura  _______________________________________________________________________________________

.
CFAE de Vila Real

Escola Secundária com 3º ciclo Camilo Castelo Branco    Telefone 259321928; Fax 259321835 E-mail  cfae.vr@mail.telepac.pt  www.cfaevr.org

                                   
Curso de Formação
Gestão da Biblioteca Escolar no agrupamento

Este curso de formação desenvolve-se no formato Blended learning, ou seja, com 2 sessões presenciais e 3 sessões com o recurso à plataforma Moodle, de forma a criar um espaço de interacção alargada enriquecendo a partilha de novos conteúdos e novas práticas.

Objectivos:
-Entender a definição das competências específicas de cada professor bibliotecário, numa perspectiva integrada;
-Promover uma reflexão sobre as competências das literacias no processo ensino-aprendizagem.
-Criar instrumentos práticos de abordagem colaborativa entre a BE, o professor do 1.º CEB e o educador de infância.


CALENDARIZAÇÃO – sessões presenciais e online
Sessão n.º
Dia/Mês
Modalidade
Duração da Sessão
Conteúdo da Sessão
1
15/04
Presencial
6h
-        Apresentação do perfil da acção aos formandos: estrutura e objectivos;
-        Apresentação individual/percursos profissionais dos formandos;
-        Critérios de avaliação da acção;
-        Ambientação com a Plataforma Moodle;
-        A biblioteca escolar: função no contexto de agrupamento;
-        Organização e gestão integrada de recursos humanos e materiais;
-        Plano de Acção: linhas orientadoras comuns às bibliotecas do agrupamento;
-        A BE e o currículo no 1.º CEB e as Orientações Curriculares do Pré-Escolar
2
16/04
Online
2h
-        Reflectir sobre a abordagem do livro e da leitura em contexto de Jardim-de-Infância e 1.º CEB;
-        Critérios de selecção para o fundo documental em suporte livram e não-livro para 1.º CEB e JI;
-        Criar instrumentos práticos de abordagem colaborativa entre a BE e o professor do 1.º CEB e Educadores de Infância na promoção do livro e da leitura.
3
06/05
Presencial
3h
-        Reflectir sobre a articulação entre biblioteca escolar e sala de aula, no processo ensino-aprendizagem;
-        Reflectir sobre abordagens com as ACND ou outros projectos de carácter multidisciplinar no trabalho com a Biblioteca Escolar.

4
07/05
Online
2h
-        Criar instrumentos práticos de abordagem colaborativa entre a BE e o professor do 1.º CEB: pesquisa de informação.

5
20/05
Online
2h
-        Avaliação: Elaboração de um relatório que reflicta o percurso formativo.
-        Reflexão crítica sobre a acção de formação: formandos e formador


 Formadoras
Ana Maria Cabral e Margarida Costa [Coordenadoras Interconcelhias RBE]

Acreditação
O Curso de Formação terá a duração de 15 horas e será creditado com 0,6 créditos.

Local de Realização das Sessões Presenciais
Escola Camilo Castelo Branco, em Vila Real.
                                                                                  
''O ensino sem aprendizagem nada significa''
Enviado por Sábado, Março 27 @ 19:58:47 CET por Amaral

Artigos de opiniãoAlexandre Costa é o professor do ano. Dá aulas de Físico-Química na Escola Secundária de Loulé, conseguiu taxas de sucesso próximas do 100% nos últimos três anos, sabe cativar os alunos e tenta contornar a rotina do ensino.
Leia entrevista. Imperdível!

Alexandre Costa, 45 anos, professor de Físico-Química na Secundária de Loulé, ganhou o Prémio Nacional de Professores, atribuído pelo Ministério da Educação. Ganhou 25 mil euros e ainda não decidiu o que fazer com o prémio. Mas de uma coisa tem a certeza: "O docente tem de constituir uma referência para o aluno quanto à forma como olha para a sua profissão." E o exemplo é muito importante.

É mestre em Astronomia e Astrofísica. Colabora com o Centro de Ciência Viva do Algarve. E continua a acreditar que é possível mudar o mundo e que todas as pessoas conseguem dar o seu melhor. Defende a avaliação da classe docente, mas sempre considerou que o sucesso dos alunos não deveria entrar nessas contas. Na sua opinião, o desempenho do professor pode ser determinante no sucesso dos estudantes.

"A massificação do ensino criou desafios que não podem ser vistos de uma perspectiva centrada no professor, em que o aluno, ou se ajusta ou se vai embora", sublinha.

EDUCARE.PT: Professor do ano: uma recompensa profissional?

Alexandre Costa: O Prémio Nacional de Professores foi uma distinção de grande significado por ter sido proposto por uma escola com docentes de grande qualidade e por ter sido seleccionado por um júri composto por personalidades de reconhecido mérito na área da educação.

E: A verdade é que conseguiu nos últimos três anos taxas de sucesso próximas do 100% na sua disciplina. Como o conseguiu?

AC: Existem diversos factores que determinam o sucesso escolar numa dada disciplina. Por um lado, a motivação intrínseca dos alunos para o sucesso na disciplina, que depende dos seus gostos pessoais e da sua sensibilidade para as expectativas familiares quanto ao seu sucesso educativo. Estes aspectos estão fortemente condicionados por factores que são externos às escolas, mas que são muito determinantes mas, por outro lado, depende de factores que são determinados pela sua relação com o docente e o contexto de aprendizagem na disciplina. É aqui que pode ser determinante o desempenho do docente.

Em primeiro lugar, o docente tem de constituir uma referência para o aluno quanto à forma como olha para a sua profissão. Este aspecto envolve diversas variáveis que o docente tem que incorporar na sua prática. Não é possível conseguir que o aluno perceba que é preciso trabalhar numa disciplina, a não ser a partir do exemplo do próprio professor. Se o aluno tem a percepção de que o professor trabalha para a escola, e na preparação das suas aulas, aceita melhor que lhe seja pedido que trabalhe.

Em segundo lugar, o docente deve apresentar uma solidez científica na sua prática lectiva que faça os alunos sentir que estão perante alguém que, de facto, domina os assuntos que estão tratados e que é capaz de dar resposta a questões sobre os interesses dos alunos, nos mais variados contextos relacionados com a disciplina.

Em terceiro lugar, o docente deve ter uma noção clara dos interesses dos seus alunos e fazer uma planificação do conteúdo a ser abordado em função dos interesses dos mesmos. Costumo afirmar que "ninguém consegue ensinar nada a ninguém de per si". O ensino sem aprendizagem nada significa. É possível ter um desempenho lectivo extraordinário e, na ausência de aprendentes, nada ser ensinado. Assim, o processo de ensino-aprendizagem está fortemente condicionado pela vontade de aprender e essa vontade, como todos nós sabemos do nosso quotidiano, é fortemente condicionada pelos nossos interesses. O mesmo acontece com os alunos: se formos ao encontro dos seus interesses, usando materiais que lhes sejam agradáveis, conseguiremos ensinar-lhes coisas muito complexas. No entanto, isto requer um trabalho de planificação que é, muitas vezes, bastante mais demorado que a própria execução da aula. Há quem defenda que o professor não tem que ter este tipo de preocupação, que a motivação para a aprendizagem deve ser intrínseca ao facto de andar na escola. No entanto, essa não é a realidade da escola em que vivemos. A massificação do ensino criou desafios que não podem ser vistos de uma perspectiva centrada no professor, em que o aluno, ou se ajusta ou se vai embora. Ao docente cabe um papel fundamental na motivação dos alunos para o processo de ensino-aprendizagem.

E: De que forma motiva e capta a atenção dos seus alunos para uma disciplina de ciências?

AC: As disciplinas de ciências têm ao seu serviço a própria Natureza. Na Natureza existem imensos exemplos que servem de enquadramento aos conteúdos das mesmas. Assim, são possíveis pequenas demonstrações que usando materiais facilmente disponíveis são fáceis de realizar na sala de aula. Também o trabalho experimental é fundamental para o desenvolvimento de aprendizagens significativas sobre os conteúdos da disciplina. No entanto, o trabalho experimental tem que ser preparado, não como se fosse uma brincadeira, mas como um verdadeiro momento de aprendizagem, o que requer a valorização (e avaliação), não apenas dos relatórios, como também, de todas as fases do trabalho (preparação, realização e análise).

Uma das coisas que considero fundamentais é o reconhecimento por parte dos alunos, da importância dos conteúdos a serem leccionados. Para isso, tento levá-los a instituições, nacionais ou internacionais, onde se esteja a fazer investigação de vanguarda.

E: Confessa que é um professor normal. O prémio agora recebido mudará alguma coisa na sua vida de docente?

AC: Espero que não.

E: Utiliza vários recursos, computadores e outros materiais. Aposta em estratégias pedagógicas inovadoras. Como é uma aula dada por si?

AC: Não tenho uma receita. Consoante o tipo de conteúdo e os alunos, assim terão que ser ajustadas as estratégias. Utilizo bastante as novas tecnologias, mas a construção de demonstrações e a resolução de exercícios não dispensam a utilização do quadro, pois é necessário que os alunos possam seguir a construção da demonstração ou da resolução. Seja com giz, marcador ou quadro electrónico, o quadro continua a ser uma ferramenta fundamental no ensino da Física e da Química. No entanto, soe dizer-se que "uma imagem vale mais que mil palavras" e por isso tento sempre ter demonstrações, fotografias, desenhos, vídeos ou animações dos conceitos que quero que os alunos apreendam. Tento variar as estratégias da aproximação aos conteúdos. Após uma fase de apropriação do conteúdo, que pode ser feita de várias formas, nomeadamente exercícios, tento sempre concluir com um problema, em que o aluno seja "obrigado" a reflectir e a desmontar concepções erróneas para o resolver.

E: Essa prática de explorar vários recursos está disseminada pelas escolas portuguesas ou só alguns professores é que aproveitam as potencialidades das novas tecnologias?

AC: Penso que vai havendo uma quantidade cada vez maior de professores que utilizam as novas tecnologias. Na Escola Secundária de Loulé já muitos professores utilizam a plataforma MOODLE para partilhar materiais online com os alunos e inclusivamente para o trabalho em sala de aula.

No entanto, a utilização das novas tecnologias tem que ser feita de modo criterioso e pedagogicamente adequado. Corre-se o risco de as pessoas pensarem que é a solução para todos os problemas, o que pode ser a génese de outros por má utilização das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação). Tenho, por vezes, assistido a conferências e palestras em que as pessoas levam os conteúdos escritos em PowerPoint e os lêem. Esta utilização do PowerPoint não se traduz em qualquer mais-valia para o contexto de sala de aula. Tal como a utilização sistemática do mesmo tipo de estratégia não é positiva. O docente deve tentar variar as estratégias e sobretudo adequá-las a cada situação.

E: Facilitar o acesso aos computadores foi uma boa medida? Concorda com os Magalhães no 1.º ciclo?

AC: O acesso aos computadores e às novas tecnologias de informação é positiva, mesmo no 1.º ciclo, desde que não signifique o desaparecimento da aprendizagem das competências fundamentais, nomeadamente as da Língua Portuguesa e as da Matemática. Vivemos no século XXI e os jovens vivem numa sociedade imersa nas novas tecnologias. A ciência e a tecnologia per si não são más; o que poderá ser mau é o uso que se faz das mesmas. Compete aos professores ou ao Ministério da Educação definir o enquadramento dessa utilização.

E: É difícil, quando se é professor, contornar a rotina? Como o faz?

AC: A rotina é fácil de se instalar; tem-se uma receita e já está. No entanto, a utilização de receitas imutáveis leva ao desenvolvimento de problemas no processo de ensino-aprendizagem, pois os interesses dos jovens vão mudando a um ritmo igual ao da própria sociedade. No século passado, quando comecei a dar aulas, não havia telemóveis, nem DVD, nem Internet generalizada. Acreditar hoje que poderia continuar a manter uma receita de ensino que servia há 18 ou 20 anos seria uma inconsciência completa da evolução da realidade à minha volta.

E: Já lá vai algum tempo... porque decidiu optar pelo ensino? O que o levou a querer ser professor?

AC: Resolvi sair de Lisboa, onde trabalhava na indústria. Em Beja, resolvi experimentar o ensino e tive uma experiência de tal modo enriquecedora que aqui continuo passados 18 anos.

E: Como consegue gerir o tempo, uma vez que está envolvido em várias actividades?

AC: Durante muito tempo roubei ao sono. Até ao ano passado trabalhava cerca de 18 a 20 horas por dia. Levantava-me normalmente por volta das 3:30-4:00 e trabalhava o dia inteiro até cerca das 23:00 ou até mais, de segunda-feira a domingo. Neste momento, o meu filho está numa idade em que necessita de mim e reduzi muito os projectos em que me encontro envolvido. Preciso dos finais da tarde (desde as 18:00 até às 21:30 que "são horas da caminha") para estar com ele e tenho tentado estar disponível aos fins-de-semana, embora tente "pôr o trabalho em dia" quando ele está a brincar sem precisar de mim. No restante tempo, tento optimizar o trabalho que tenho a fazer.

E: Satisfeito com as últimas reformas do Ministério da Educação? Concorda com o método de avaliação que está a ser implementado?

AC: Penso que o novo elenco governativo tem demonstrado sensibilidade para os problemas da classe docente, nomeadamente na tentativa de resolução dos problemas que existiam no Estatuto da Carreira Docente, quanto à divisão da carreira. Como é sabido por quem me conhece com alguma proximidade, penso que os docentes, como qualquer outra classe profissional, têm de ser avaliados. No entanto, o modelo inicial enfermava de diversos problemas, nomeadamente a avaliação dos docentes em função do sucesso dos alunos, o que criava situações discrepantes logo à partida, pelas especificidades das diferentes disciplinas. Algumas destas situações foram sendo parcialmente resolvidas nos modelos simplificados aplicados ao longo dos últimos anos.

No entanto, o maior problema parece ser de natureza operacional. Muitos docentes consideram que uma avaliação (em particular da componente lectiva), para ser totalmente isenta, teria que ser feita por personalidades externas que não fossem afectadas pelas relações de vivência da escola e pelo próprio facto de, muitas vezes, haver conflitos de interesses ainda que indirectos entre os avaliadores e os avaliados. No entanto, uma avaliação externa de cada docente acarreta verbas que se compreende que sejam incomportáveis para o sistema educativo. Isto tem levado a uma situação que não é fácil de resolver. Aguardo, com alguma expectativa, os resultados da concertação social que o Ministério tem estado a desenvolver com os seus parceiros sociais, a qual, como se sabe, é depois muitas vezes condicionada por directivas emanadas do Ministério da Finanças.

E: Quais são, na sua opinião, os pontos fortes e fracos da actual política educativa?

AC: A actual política educativa tem desenvolvido uma excelente acção no que concerne à administração escolar, embora alguns aspectos relacionados com a contratação de docentes tenham por vezes algumas implicações negativas no funcionamento das escolas. A renovação do parque escolar através da empresa Parque Escolar é um dos pontos mais altos da política educativa. Os pontos fracos são as decisões conjunturais que resultam da necessidade de sujeição do sistema educativo às condicionantes socioeconómicas mais do que do desejo de uma efectiva melhoria do sistema de ensino.

E: Como vê o futuro da educação em Portugal?

AC: Vejo o futuro sempre com algum optimismo, embora reconheça algumas dificuldades no presente. Penso que temos de tentar reeducar a sociedade para o trabalho e para o mérito. Vivemos numa sociedade onde as pessoas desejam apenas o dinheiro fácil e muitas acreditam que a melhor maneira de ganhar dinheiro é através de expedientes. Temos de voltar a incutir valores sociais às pessoas e penso que, nesta área, os meios de comunicação social têm uma importância fundamental da qual não se podem demitir.

Educare.pt | Sara R. Oliveira | 2010-03-23


Vocações e Saídas Profissionais

A FERSAP, no âmbito das comemorações dos 20 anos do seu aniversário, vai realizar, no dia 17 de Abril, com início pelas 15.00 horas, no Montijo, um debate dedicado às Vocações e Saídas Profissionais, com os temas “Que percursos oferece o sistema educativo?” "Garantem o futuro aos nossos jovens face à crise no emprego?".

O local da realização deste debate, aberto a toda a comunidade escolar, é o auditório da Galeria Municipal, na Rua Almirante Cândido Reis.
A entrada é livre.
Adicionado: 2010-03-16Autor: Fersap

  
 
 
 
   
 
   XXXV - Encontro Nacional das Associações de Pais

Data: 17 de Abril de 2010

Local: Auditório da DREA - Évora 


Tema: 'Os Pais e os Desafios da Educação para o Século XXI'


Painel 1: Escola Inclusiva - a que temos e a que queremos


Painel 2: Novos desafios para uma gestão partilhada da Escola
            Pública. Associações de Pais, Professores, Alunos,
            Autarquias e Comunidade, que participação ?


 

Organização: Federação Regional de Évora e CONFAP
 
(brevemente disponibilizaremos o programa completo)

Relatórios 2008/2009



 
 
 
 
   
 ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR


No âmbito do Despacho 12.591/2006 de 16 de Junho foi constituída uma Comissão de Acompanhamento do Programa de 
Generalização do Inglês e Outras Actividades de Enriquecimento Curricular (CAP) que tem por objectivo a monitorização e o acompanhamento dos projectos desenvolvidos ao nível das escolas do 1º ciclo do ensino básico.


A CONFAP integra esta Comissão e tem um papel relevante na promoção do envolvimento das Associações de Pais e das 
famílias nas acções que estão programadas, anualmente, a nível nacional sendo aselecção das escolas da responsabilidade das respectivas Direcções Regionais de Educação(DRE’s).


A CONFAP, assegura também a obtenção de dados necessários à produção de relatórios anuais de avaliação que inclua propostas de alteração que se verifiquem necessárias ao Programa.



Toda a documentação produzida pela Confap, pela CAP/DGIDC e também relatórios dos parceiros envolvidos, estão disponíveis na página da Confap p
odem ser consultadas e descarregadas através da caixa do menu 'Protocolos' em 'C.A.P./A.E.C.'s' ou directamente no link:

  http://www.confap.pt/confap.php?pagina=cap_aec


Os relatórios e intervenções da Confap, introduzidos recentemente estão assinalados na página por 'Novo' e são:

» Relatório de Execução Física - CAP (2008/2009)

» Análise e Contributos ao Relatório de Execução Física - CAP (Confap)

» Actividades de Enriquecimento Curricular: Casos de Inovação e Boas Práticas - CIES-ISCTE

» A Escola a Tempo Inteiro - A Perspectva dos Pais - X Congresso Galego-Português (Braga, 10 Set 2009) Resumo (C665) (Confap)

Aditamos também os relatórios 2008/2009 da API, APEM e CNAPEF / SPEF

DOCUMENTOS DA APEE - AFGC

LIVROS NEE

Associação de Pais e Encarregados de Educação

RECOMENDAÇÕES DA GRIPE A

Video